Desde que me aventurei pelo mundo da fotografia analógica que oiço, dos mais antigos, que há um certo encanto quase mágico em ver a imagem aparecer no papel, validando o processo e recompensando o nosso trabalho com a satisfação de um trabalho bem feito.

Tendo nascido para a fotografia na era digital, imaginava eu, que essa sensação de missão cumprida seria em tudo semelhante ao ver as imagem no computador pela primeira vez, após a sua digitalização. Escusado será dizer que estava redondamente enganado. Depois de quase uma hora ver a imagem a aparecer no papel, a escurecer e finalmente estabilizar é efectivamente algo mágico e romântico ao mesmo tempo.

Felizmente tive a sorte de poder contar com a experiência e simpatia de Paulo Pires que, com uma grande dose de simpatia e eloquência, me explicou as bases e alguns truques bastante úteis. Ao Paulo deixo os meus agradecimentos.

Adorei, vou continuar, não ficaram perfeitas mas ficaram tão perfeitas quanto alguma vez poderia imaginar. Vamos ao que interessa, os resultados.







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