Eu, tal como quase todos que conheço, gosto de estações de comboio. Elas pertencem à nossa realidade e ao nosso imaginário. Têm uma mística única e difícil de explicar, mas o seu apelo é inegável.

Quanto mais imponente, grandiosas e industriais maior é o interesse que exalta. A Gare do Oriente é uma dessas estações. Esta fotografia retrata as últimas horas de 2013 deste marco da capital.

Olympus EP1 | Zuiko 50mm 1.8
50mm | ISO 800 | f1.8 | 4s

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